Observando

Blog EntryConcurso de artes plásticasJul 30, '06 2:25 PM
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Poderá inscrever-se no projeto FIAT MOSTRA BRASIL qualquer profissional das áreas de artes visuais e tecnológicas, individualmente ou representando grupo de criação, nas categorias de: desenho, colagem, gravura, pintura, escultura, objeto, fotografia, arte digital, videoarte, web-arte, arte wireless, body-arte, performance, plotters, instalação áudio e vídeo, site-specific, instalação e intervenção urbana.

Inscrições são gratuitas, até 11 de agosto, devendo possuir, em seu currículo, pelo menos uma mostra individual ou uma coletiva, realizadas nos últimos 5 anos. Serão selecionadas obras prontas e projetos de obras.

Também serão selecionados artistas para o projeto gráfico da Utopédia (enciclopédia de catalogação do conteúdo do projeto on-line "Fiat 30 Anos"). Informações completas no regulamento.
Incrições e regulamento


Blog EntryInvasão de privacidadeNov 18, '05 10:21 AM
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Segue uma matéria sobre mais uma nóia das gravadoras
tentando se proteger das cópias de Cd, quem quiser mais
informações pode ler no Blog (inglês).





A Sony incluiu em vários de seus CDs de áudio um sistema que se auto-instala (rootkit) sem informar ao usuário, quando ocorre de o coitado tentar ouvir o disco no computador. O objetivo é forçar que um programa específico toque as músicas e evitar que músicas sejam duplicadas.

O usuário mais esperto que descobre o código intruso e o apaga tem má sorte. Apagado, o programa parasita leva consigo boa parte das rotas do sistema que um dia funcionaram – e o pobre do Windows deixa de tocar música. Carece apagar tudo, reformatar, reinstalar. (Sabores vários de Unix, Mac e Linux inclusos, não são afetados.)

O escândalo incendiou a blogosfera, a Sony divulgou a lista dos CDs afetados e convocou um recall. Aí disponibilizou uma página web que limpava os programas afetados. Limpa – mas deixa instalado no Windows iludido um outro programa com permissão para o script externo. Explicando: o computador está escancarado. Uma visita inocente a um página da web em nada inocente já basta para um hacker ganhar comando da máquina.

A novela ainda corre. Para quem tiver comprado CD importado de meados de 2004 para cá, cumpre checar a lista.


Blog EntrySaudadeAug 15, '05 12:13 AM
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... saudade de amigos reais e virtuais, dos amores de ontem e daqueles antigos uns de passagem e outros cristalizados, dos primas e primos, das amizades de colégio da faculdade e do trabalho... saudade da infância brincando na rua, daquelas férias de verão na praia, do chocolate quente na serra, do parque de diversões, drive-in e festa junina, do final de semana na piscina do clube, almoço de domingo em família e aniversário com churrasco... saudade das viagens, de me perder pelo mundo, de conhecer lugares e pessoas, das comidas regionais, de ouvir outras línguas e sotaques, daquele pôr-do-sol... bons momentos, lembranças, prazeres e sentimentos, me incomodaria muito não ter essas saudades pra sentir e doer.

Imagem: saudade do por-do-sol na Chapada dos Guimarães (maio2005)

Saudade

Patativa do Assaré
(Antônio Gonçalves da Silva)

Saudade dentro do peito
É qual fogo de monturo
Por fora tudo perfeito,
Por dentro fazendo furo.

Há dor que mata a pessoa
Sem dó e sem piedade,
Porém não há dor que doa
Como a dor de uma saudade.

Saudade é um aperreio
Pra quem na vida gozou,
É um grande saco cheio
Daquilo que já passou.

Saudade é canto magoado
No coração de quem sente
É como a voz do passado
Ecoando no presente.

A saudade é jardineira
Que planta em peito qualquer
Quando ela planta cegueira
No coração da mulher,
Fica tal qual a frieira
Quanto mais coça mais quer.




Blog EntrySpeed Datings (rapidinha à americana)Apr 4, '05 10:46 AM
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Depois do blind date... agora tem o speed date , encontros pela internet mas no estilo fast-tudo dos americanos, a reportagem bem humorada é de Tania Menai.

 
Os speed datings, em bom português: encontros rápidos, são organizados por empresas americanas que levam o nome de TurboDate, HurryDate, 8minuteDating ou It's Just Lunch, eles aproximam pessoas em restaurante ou bares e promovem encontros rodízios entre casais. Os eventos contam com o mesmo número de mulheres e homens (no caso de reuniões de homossexuais, o número de participantes deve ser sempre par).

Cada participante tem oito minutos para conversar com o outro. No final, eles comunicam à organização, via Internet, com quem gostariam de se encontrar novamente. Se os nomes baterem, a organização dá os telefones de contato para o casal. A partir daí, é com eles. O 8minutesDating garante que 139 casamentos já saíram desses encontros. Se eles duraram mais de oito minutos, não se sabe, mas essa repórter resolveu pagar o mico para conferir como funcionam esses serviços e quem procura por eles.

O escolhido foi o 8minutesDating, que promove encontros em todo o país. A cidade escolhida é Nova York. A inscrição é feita online. O cardápio de opções é um quebra-cabeça de mil peças. Os eventos são divididos por idades, etnias e interesses. Tentei me inscrever primeiro no evento de “homens e mulheres entre 25 e 35 anos” na categoria “jovens profissionais”. Como não há nada mais vago do que “um jovem profissional em Nova York”, as chances de conhecer um banqueiro, um coreógrafo da Broadway e um provador de chá são idênticas. Afinal, esta é uma cidade de jovens e quem não é profissional está no lugar errado.

Problema: encarar meninos com menos de vinte e oito anos. A solução foi optar por um grupo com as mesmas características, mas faixa etária mais acima: entre 35 a 45 anos. O perigo aí é outro: achar um divorciado com três filhos louco para arrastar a nova namorada para um subúrbio de Iowa. Mesmo assim, o encontro programado já não aceitava mais inscrições para mulheres – nesta faixa etária, elas não perdem nem mais oito minutos.

A data seguinte reuniria “irlandeses e simpatizantes”. Parecia interessante. Mas o que um irlandês encontraria em comum com uma brasileira que não bebe cerveja? Outra opção era a noite que reuniria “negros e latinos” – por latinos leia-se hispânicos, como dominicanos e porto-riquenhos – entre 35 e 45 anos, que com certeza estariam esperando por uma mulher tipo Jennifer Lopez e não uma branca (de neve). A opção “gente ligada em malhação, entre 30 e 40 anos”, até poderia se adaptar a quem já fez balé e aderiu à onda do pilates, mas o pavor por academias de musculação e a perspectiva zero de um personal trainer se animar a me acompanhar ao cinema para ver aquele documentário afegão com legenda em aramaico se tornaram argumentos negativos irrefutáveis.

Um grupo com possibilidades mais interessante reuniria “profissionais, solteiros, tranqüilos, cabeça-aberta, em boa forma e de bem com a vida”. Problema: faixa etária entre 40 e 49 anos. A escolha pende para o critério religioso. Um encontro que reúne judeus. Um amigo brasileiro-gay-católico, que só namora americanos-judeus, garante que “eles são ótimos maridos”. Nesta categoria, existem dois grupos: de 35 a 45 anos e de 45 a 55 anos. Bingo para o primeiro. Depois de desembolsar trinta e cinco dólares, que seja o que Deus quiser.

O grupo tem encontro marcado para as 7h30 da noite de uma segunda-feira num bar da Nona Avenida, no bairro de Chelsea, reservado especialmente para a ocasião. Na recepção, uma moça me dá um adesivo escrito Tania 407 para colar na camiseta. Aboletada na mesa 7, espero sentada, como todas as mulheres, enquanto os homens fazem a dança das cadeiras. Recebo também uma cartela para escrever o nome dos cavalheiros, assinalando ao lado de cada um se quero um segundo encontro, amizade ou negócios. A mesma cartela enumera as regras do jogo. Por exemplo: não pedir o telefone de ninguém. Do outro lado, um questionário com oito perguntas-guia para ajudar aos mais tímidos:

1 – Onde você cresceu?
2 – Que tipo de trabalho faz?
3 – O que você faz para se divertir?
4 – Quais os filmes, revistas, canais de TV ou livros prediletos?
5 – Que tipo de comida, bebida, restaurante, flores, celebridades, música ou esporte mais gosta?
6 – Qual a melhor viagem que já fez?
7 – Se acompanha o noticiário do dia-a-dia e o que acha sobre esse ou aquele assunto?
8 – Se tivesse muito dinheiro, o que faria da vida?

É dada a largada. O primeiro a sentar-se à minha mesa é Marc 520. Me dá um aperto de mão e pergunta de que parte da Itália sou. Grisalho, calvo, pra lá de 45 anos, usa paletó. Conta que os pais são divorciados. “Esta é a sua primeira vez aqui?”, pergunto. “Talvez já tenha ultrapassado as oito mil”, diz Marc 520 brincando, antes de perguntar de onde eu era. Diante da resposta de que nasci no Rio de Janeiro, comete o erro de praxe. “Ah, como estás? No hablo muy bien el espanhol”, desculpa-se. “Nem eu”, rebato, ironicamente. Marc me olha com cara de ponto de interrogação. “No Brasil se fala português”, aviso. “Ah, o Rio fica no Brasil?”

Sou salva pela campainha – daquelas de recepção de hotel – que a organizadora toca a cada oito minutos. É a vez de Matt 506. Óculos fundo-de-garrafa, cabelo preto, uns 35 anos, sotaque carregadíssimo do Brooklyn, lembra a aparência de Bill Gates na década de 70. Ele conta que o barbeiro dele é brasileiro e que trabalha na área de informática. Lê religiosamente as perguntas guias. Diz que mora em Long Island, que o trabalho anda meio devagar por causa da economia americana e que não tem passaporte. “A papelada está em casa, mas nunca preenchi.” Sem chance.

Alto, loiro, olhos claros, chega o tipo mais atraente da noite: Jim 500. Apresenta-se e imediatamente fala o que faz: “Vendo bonds.” Menino de Wall Street, formou-se em administração de empresa pela Universidade Columbia e viajou o mundo. Nasceu em Nova York. Inteligente, desconfia que estou ali para escrever uma reportagem sobre encontros como aquele e esclarece que é a primeira vez que vai num. “Mesmo numa cidade com oito milhões de pessoas, não dá para abordar alguém no metrô. Nunca se sabe a qual grupo a pessoa pertence”, diz Jim 500, antes de revelar que havia descoberto o 8MinutesDating em cartazes espalhados por Manhattan, onde mora e trabalha.

Oito minutos depois chega Rick 521. Gordinho, formal no terno e gravata, diz que trabalha em gráfica, não acha o trabalho glamouroso, “mas é o que é”. Fala comigo com um sorriso de orelha a orelha. Pergunta qual é a próxima viagem que eu pretendo fazer. Quando respondo que seria para a África, parece chocado e revela, olho no olho, que nunca viajou ao exterior porque sonha em fazer isso com alma gêmea. “Tenho certeza que um dia isso vai acontecer.”

A organizadora toca a campanhia anunciando oito minutos de intervalo. E lá vem “Bill Gates” puxar conversa. Peço licença e vou ao bar. O bartender, um jovem moreno, sorri e pergunta como estão indo as coisas no encontro. Não resisto e dou uma risada. Ele põe a bebida no balcão e anuncia que é por conta dele. É apenas uma Coca Diet, mas não deixa de ser a cantada mais criativa da noite.

De volta à labuta, conheço Bob 505. Muitos quilos acima do peso, ele conta que compra e vende ingressos. Trata-se de um cambista. Trabalha em casa, vendendo os ingressos pela Internet. Diz que a irmã tem quatro gatos e que um deles virou seu roommate. Divorciado há cinco anos, Bob 505 vive em New Jersey. O resto da história é sobre o trânsito que enfrentou na hora do rush para chegar ao encontro. Não há Síndrome do Déficit de Atenção que faça alguém suportar uma conversa dessas.

Depois vem Ira 502 – simpático, alto, magro, moreno, calça jeans,camisa social branca. Em seguida, Harry 510, um prodígio do alto de seus quase 50 anos capaz de mostrar como transformar oito minutos em uma eternidade. Até que chega a vez de Roger 509, um quarentão que desperdiça todo o charme com apenas uma frase decorada: os endereços de duas esquinas de Manhattan – a em que ele mora e a em que trabalha.

No fim, a organizadora pede ao participantes para enviarem sua escolhas pelo site do 8minutesDating o mais breve possível, mas esquece de avisar que cada nome incluído custa a mixaria de 8,88 dólares. Na saída, o bartender brinca ao dizer que reparou na reação blasé das mulheres. Mexicano, não esperou nem oito minutos para atacar. “Meu nome é Alex. Espero te ver aqui de novo.”



Blog EntryNatureza desapiedadaJan 20, '05 12:24 PM
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O cataclismo do sudeste da Ásia revela o que a natureza é em si mesma: pode ser mãe generosa ou também madrasta desapiedada.
Ela é aquilo que o inteiro universo e nós individualmente somos: a coexistência do sim-bólico com o dia-bólico, da harmonia com a devastação.
O maremoto e as ondas gigantes não consultaram ninguém, nem Bush nem o Papa. Levaram tudo de roldão, indiferentes à morte de milhares e ao sofrimento de milhões de vítimas. Por que tem que ser assim? é um mistério aterrador. Melancólicos mantemos a esperança, queixosos com o Criador. Tentemos pelo menos procurar entender.
Dizem-nos os geólogos que a Terra surgiu no período arqueano há 4,44 bilhões de anos. Não se haviam formado ainda os continentes. Apenas ilhas vulcânicas imensas emergindo das águas que cobriam todo o globo. Por volta de 3,8 bilhões de anos, emergiram vastas extensões de terras, dispersas aqui e acolá e sempre em movimento. Elas foram se juntando, com grandes atritos, de sorte que um bilhão de anos depois já formaram os continentes. Flutuando sobre uma camada de basalto, foram se deslocando, até se agruparem num único grande continente, chamado de Pangéia. Por 50 milhões de anos este supercontinente circulou pelo globo. Milhões de anos após, Pangéia se fraturou e lentamente se originaram os continentes que conhecemos hoje. Por baixo deles estão sempre ativas as placas tectônicas, se pressionando (produzindo as montanhas) e se chocando umas com as outras ou se sobrepondo ou se afastando, movimento chamado de deriva continental. Cada vez que se chocam, produzem inimagináveis cataclismas. A Terra conheceu 15 grandes extinções em massa de espécies de vida. Duas são sempre referidas pelo fato de reorganizarem totalmente os ecossistemas na terra e no mar. Uma ocorreu há 245 milhões de anos, por ocasião da ruptura de Pangéia. Foi tão devastadora que 75-95% das espécies de vida então existentes desapareceram. A outra ocorreu há 65 milhões de anos, causada por alterações dos climas, mudanças no nivel do mar culminando com o impacto de um asteróide de 9,6 km caido na América Central. Produziu incêndios infernais, gigantescos maremotos, massas de gases venenosos e um longo obscurecimento do sol. Plantas e animais que viviam delas morreram. Os dinossauros que por 130 milhões de anos dominaram, soberanos, sobre a Terra desapareceram totalmente bem como 50% de todas as espécies de vida. A Terra precisou de dez milhões de anos para se refazer em sua incontáveis biodiversidade.
Geólogos e biólogos sustentam que uma terceira grande dizimação está em curso. Iniciou há 2,5 milhões de anos quando extensas geleiras começaram a cobrir parte do planeta, alterando os climas e os niveis do mar. Coincidentemente surgiu neste época o homo habilis que inventou o instrumento para melhor dominar a natureza. Ele equivale a um meteoro rasante mortífero. Sua prática irresponsável está acelerando hoje o processo de extinção.
Estamos, pois, à mercê de forças incontroláveis que podem destruir nossa espécie como destruíram tantas no passado. A vida, entretanto, nunca foi exterminada. Depois de cada extinção houve uma nova gênese. Como a inteligência e a consciência estão primeiro no universo e depois em nós, elas irão continuar em outros seres.
Oxalá estes mostrem melhor comportamento que nós. E permitam à vida irradiar.

Leonardo Boff


Blog EntrySolidariedadeNov 8, '04 10:06 PM
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Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miserá¡veis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho o meu emprego
Também não me importei

Agora estão a levar-me a mim
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.

Bertold Brecht

Imagem: Portinari


Blog EntryLiberdadeOct 17, '04 11:43 PM
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O ser humano se diferencia dos outros animais pelo telencéfalo altamente desenvolvido, pelo polegar opositor e por ser livre.

Livre é o estado daquele que tem liberdade.

Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.

(trecho do curta "ilha das flores" - Jorge Furtado)



Imagem: Reuters




Blog EntryFantasias sexuaisOct 7, '04 3:00 PM
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Adaptado de texto de Arlete Mª Girello Tavares Gavranic

"Pesquisa realizada pela Sbrash (Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana - www.sbrash.org.br) com 200 homens e 832 mulheres, entre 16 e 59 anos, evidenciou que as fantasias sexuais não apresentam significativas variações em função da idade, elas são inerentes ao ser humano, desde criança até à velhice, apenas modificando o conteúdo. As fantasias sexuais são inevitáveis e reflexos saudáveis das necessidades e desejos não satisfeitos por imposições e repressões de uma realidade objetiva

Fantasias preferidas dos homens
- 47% transar com duas mulheres ao mesmo tempoo
- 21% fazer sexo com mulheres famosas
- 12% fazer sexo grupal
As fantasias masculinas dão elevado ênfase no contato erótico e na relação sexual em si, transformando o sexo na afirmação da masculinidade.

Fantasias preferidas das mulheres
- 36% fazer sexo em lugar romântico (cabana, praia...)
- 24% fazer sexo com homens famosos
- 13% fazer sexo dominada pelo parceiro
As fantasias femininas traduzem muito do romantismo esperado da relação inter pessoal e do contato sexual.


A fantasia sexual pode ser entendida como sendo as diversas imaginações e ideações referentes ao sexo e que trazem estimulação para o prazer; fantasias sexuais estão diretamente ligadas ao desejo, pois ajudam a estimulá-lo."
Fantasiar não é problema, colocar as idéias em prática é que pode se tornar complicado em decorrência da maturidade do casal.

<<<< ou como se diz por aí: Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus >>>>

Blog EntryLembranças para quem tem mais de trintaOct 6, '04 9:40 AM
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Quando éramos pequenos, viajávamos de carro, sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag!
Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Nem data de validade... E tinham também aquelas bolinhas de gude... Que vinham embaladas sem instruções de uso.
A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada!
Andávamos de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção...E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã.. A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que não déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendí­amos a resolver o problema... SOZINHOS!
Nas férias, saí­amos de casa de manhã e bricávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo.
Não existiam os celulares! Incrível!
A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos! Ninguém denunciava ninguém... Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Janelas quebradas, jardins destruí­dos, as bolas que caí ­am no terreno do vizinho...
Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos... E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir.
A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol.
Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV à cabo, nem videocassete, nem Computador , nem Internet... Tínhamos, simplesmente, amigos!
A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos... Sozinhos, num mundo frio e cruel... Sem nenhum controle! Como sobrevivemos? Inventávamos jogos... Com pedras, feijões ou cartas... Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animais, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso! Os nossos estômagos nunca se encheram de bichos estranhos!
No máximo, tomamos algum tipo de xarope contra vermes e outros monstros destruidores... Um tal de óleo de rícino!
Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série.. Que horror! Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando. As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza... Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mau da professora... Correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho... As nossas iniciativas eram "nossas", mas as conseqências também! Ninguém se escondia atrás do outro...
Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos as regras!
Se nos comportássemos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e incrivelmente nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam "NÃO", era "NÃO"!
A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa... Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos...
Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências...
Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desiluções, mas tínhamos muita responsabilidade... E não é que aprendemos a resolver tudo?... Sozinhos...
Se você é um destes sobreviventes...

PARABÉNS!!!

Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!

Blog EntrySegredosSep 25, '04 3:33 PM
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"Eu procuro um amor que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei
Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu o encontre numa fila de cinema
Numa esquina ou numa mesa de bar


Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar

Eu vou até o fim
E eu vou tratá-lo bem
Pra que ele não tenha medo
Quando começar a conhecer os meus segredos


Eu procuro um amor uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ele de lá."

FREJAT


Blog EntryFelicidade realistaSep 25, '04 3:28 PM
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A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão...
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar!
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não FELICIDADE.


Blog EntryVidaSep 25, '04 3:26 PM
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"Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser: Colo que acolhe, braço que conforta,
silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre,
olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira, pura... Enquanto durar."


CORA CORALINA



Imagem: Leo Martins


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